.
Somos barro
no reminiscente intervalo que a memória alcança.
Somos pó
sempre que o sudário de um conflito a envergonha.





1 comentário:

náufrago_do_tempo_e_lugar disse...

lavrarei a tinta de lume e oiro,
no pergaminho cintilante do sol-poente,
o revérbero de púrpura e incêndio destes versos.

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